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terça-feira, 13 de outubro de 2015

O bar do suicídio, mesa 30.

Era um amor impossível. O ser humano gosta daquilo que não pode ter, e eu sempre gostei de uma aventura. Ah garçom, eu nunca aprendo a lição. Traz uma garrafa, pois vou me embriagar. Eu sabia que ela era problema, mas eu tinha que quebrar a cara para cair na realidade. Você sabe, nos projetamos um amor perfeito, sem defeitos. Mas não é assim. A realidade nunca vai ser assim. Eu já deveria ter aprendido a lição. Mas sou idiota. Um idiota que entregou o coração para outra pessoa, assim, de bandeja, e ela me rejeitou. Eu continuei insistindo. Por quê? Porque o amor é idiota. Agora estou aqui no bar. Bebendo, chorando, matando-me. Mas a culpa foi minha. Mas meu coração é trouxa e não aprende a lição.

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