Basicamente à alguns pontos atrás, notei ausência. Tão capaz de tirar qualquer sussurro e suspiro nos pulmões, continuei a lembrar de um breve poema que dizia que devemos ter cuidado com as palavras, talvez porque não deveriam ser ditas ou por tanto medo de fala-las, mas notei que realmente e porque elas voam, saem de nossas bocas sujas (ou não) com o breve pensamento de voar, elas voam voam e voam é no meio desse vento todo que elas são submersas a pegar os sentidos mudam, talvez nem era aquilo que queria-mos falar mas elas tem esse poder.
Mas continuei a pensar como disse ”N”, qual o sentido de ainda permanecer aqui se não tem o que sentir, se não saber falar sobre o amor é uma de suas qualidades, e não saber inventar um é um de seus defeitos, mas ainda assim com todos esses sentidos continuamos a escrever, por necessidade diria eu é como aprender a nadar e morrer na praia…escrever é um dos sentidos da vida, pelo o menos da minha.
Não sei os pontos e fins certos, muito menos onde devemos colocar as vírgulas, mas ainda assim escrevo. Aprendi com um grande sábio que não precisa mais ninguém além de nós mesmos para entender o que sentimos é que nunca seremos frios mas sim sólidos.
Observar e lembrar é um qualidade das mais cruéis possíveis, pois as primeiras lembranças são as ruins e o primeiro observar cruel.
Talvez nada disso faça sentido mas não é preciso fazer. Pois só quem deve entender sou eu, e mesmo que você entenda não sentirá o mesmo que sinto. Somos pavimentos, somos poças cheias d’águas prontas para anundar os que observam e afogar a nós mesmos.
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